“O Filho de Deus não se encarnou em vão. A sua encarnação deve agraciar a todos os filhos dos homens que, membros da igreja, seu corpo místico, viverão do seu amor.
Está união de graça exige reciprocidade absoluta. Quem ousa recusá-la ou perdê-la, é passível da morte eterna. Mas há uma união mais íntima que cativa a alma, “a humanidade nova”.
O Filho de Deus não exige está união, mas a deseja imensamente, porque quer ser amado, amado soberanamente. Quer perpetuar em alguns membros eleitos o mistério da sua vida, o mistério da sua morte, para a glorificação do Pai e para a salvação da humanidade”. (Serva de Deus Madre Leônia Milito, Diário Espiritual 22/11/1975).

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